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A Clemente e Gramani, editora responsável pela revista Tecnologia Gráfica, surgiu em 1978 como uma empresa complementar à Figram Propaganda. Em 1989, com a venda da agência, a editora seguiu carreira solo, passando a dedicar-se a produção de revistas segmentadas, especialmente novos projetos para o setor gráfico. Isso inclui a Revista Abigraf, produzida pela Clemente e Gramani desde 1983, o Anuário Brasileiro da Indústria Gráfica, que já está em sua 12ª edição, e a revista Tecnologia Gráfica, que em outubro de 2008 completará 12 anos. Em 2003, a editora lançou o livro Vapt-Vupt, que traz uma coletânea de artigos sobre quadrinhos assinados pelo expert Álvaro de Moya e publicados na Revista Abigraf. Tal obra ganhou o Prêmio HQMix no mesmo ano, na categoria Livro Teórico. Dois anos depois, aceitando o desafio de seu principal cliente, a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, Abigraf, a editora lançou o livro comemorativo dos 40 anos da entidade. Em 2006 foi a vez do livro Da Arte do Brasil, também uma coletânea de artigos publicados na Revista Abigraf, redigidos pelo jornalista Ricardo Viveiros, envolvendo os principais artistas plásticos brasileiros. Dois anos depois, a editora desenvolveu uma série de cinco suplementos contando a história dos 200 anos da indústria gráfica no Brasil, que circularam junto com as edições da Revista Abigraf. Também em 2008, foi desenvolvido juntamente com a Ricardo Viveiros & Associados o livro 200 Anos da Indústria Gráfica no Brasil, assim como a obra que narra a trajetória de Fernando Pini, um ícone do setor. A ABTG, Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica é o principal canal de transmissão de conhecimentos técnicos da comunicação gráfica em todo o País. A entidade é a única autorizada a emitir pareceres técnicos e acompanhar perícias baseadas em normas e padrões internacionais, além de ser o Organismo de Normalização do setor no Brasil.
A ABTG participa do Comitê Internacional de Tecnologia Gráfica da ISO - Organização Internacional para a Normalização - e mantém intercâmbio com os principais centros nacionais e internacionais de tecnologia e pesquisa. Mantém estreita parceria com a Escola Senai Theobaldo De Nigris e acordo técnico com o Graphics Arts Tecnical Foundation (GATF) e o Instituto de Pesquisas Gráficas (FOGRA), assegurando o contato com as tecnologias mais avançadas. O Senai, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, é uma entidade privada, dedicada a contribuir para o fortalecimento da indústria e o desenvolvimento pleno e sustentável do país, promovendo a educação para o trabalho e a cidadania, a assistência técnica e tecnológica, a produção e disseminação de informação e a adequação, geração e difusão de tecnologia.
A primeira Escola de Artes Gráficas do Senai foi instalada em 1945. Em 1962, passou a se chamar Escola Senai Felício Lanzara. Em 1971, o Senai-SP inaugurou o Colégio Industrial de Artes Gráficas - atual Escola Senai Theobaldo De Nigris - onde passou a oferecer o curso Técnico em Artes Gráficas. Sete anos depois, as duas unidades tiveram suas operações integradas nas mesmas instalações. Com a implantação, em 1998, da Faculdade de Tecnologia Gráfica, o Senai tornou-se a primeira instituição da América Latina a oferecer um curso superior nesse segmento. Em abril de 2002, o curso foi reconhecido pelo MEC, tendo sido avaliado com a menção “A”. Os cursos de pós-graduação começaram a ser oferecidos em 2005. O centro tecnológico composto pelas duas Escolas e pela Faculdade ocupa 16.000 m2 de área construída e é o único no mundo a cobrir todas as etapas da cadeia de produção gráfica, desde a fabricação da celulose até o acabamento e a restauração de documentos em papel. |